Nova plataforma, novo visual e um novo inteiror, são alguns dos cartões de visita do novo GLS, a resposta da Mercedes-Benz ao novo BMW X7.

A Mercedes-Benz aproveitou o Salão de Nova Iorque para revelar o novo GLS. Assente na plataforma MHA (a mesma do GLE), o GLS apresenta-se maior que o seu antecessor — 77 mm mais comprido e 22 mm mais largo —, apresentando-se com 5207 mm de comprimento e 1956 mm de largura.

Esteticamente, o GLS não esconde as semelhanças com o “irmão mais novo”, o GLE, ainda assim, as enormes dimensões do novo SUV de Estugarda fazem com que não passe despercebido (nem com que seja confundido com o mais pequeno GLE).

No interior do novo GLS o destaque vai para os dois ecrãs de 12,3”. Um serve como painel de instrumentos enquanto o outro destina-se ao sistema de infotainment. Por falar em infotainment, o GLS passou a contar com o sistema MBUX que tanto pode ser controlado através do ecrã tátil ou de controlos de voz. Já o comando rotativo entre os bancos deu lugar a um touchpad.

Mercedes-Benz GLS

Face ao antecessor, o GLS cresceu em comprimento e em largura.
Espaço não falta
Com sete lugares (todos eles com ajuste eletrónico), se há coisa que não falta dentro do GLS é espaço. Graças a uma distância entre eixos de 3135 mm (mais 60 mm que o antecessor), os passageiros da segunda fila de bancos viram o espaço para as pernas aumentar 87 mm, sendo que quem viaja na terceira fila passou também a dispor de mais espaço.

Para já, a Mercedes-Benz ainda não revelou valores relativos à capacidade da bagageira com a segunda e terceira filas de bancos montadas, afirmando apenas que a capacidade máxima de carga do GLS se situa nuns impressionantes 2400 l de capacidade.

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Mercedes-Benz GLS
O GLS passou a contar com o sistema MBUX tal como acontece com outros modelos da marca.
Motores? Mild-hybrid e Diesel
O Mercedes-Benz GLS vai contar com dois motores a gasolina e uma opção Diesel disponível em dois níveis de potência. Comum a todas as motorizações do GLS é a associação a uma caixa de velocidades automática de nove velocidades e à mais recente versão do sistema de tração integral 4MATIC. Vai ainda estar disponível um pack off-road que inclui redutoras.


Mercedes-Benz GLS
Apesar de ter no asfalto o seu “habitat” natural, o GLS pode ser equipado com um pack off-road que lhe oferece redutoras.
Ambas as motorizações a gasolina recorrem a um sistema mild-hybrid de 48 V dotado de um motor-gerador capaz de oferecer (em caso de aceleração) no modo EQ Boost um extra de 250 Nm de binário e 22 cv de potência. Ao mesmo tempo, o motor-gerador é também capaz de proceder à recuperação de energia.

A oferta a gasolina divide-se entre o GLS 450 4MATIC e o GLS 580 4MATIC. O primeiro não vai estar disponível na Europa e recorre a um um seis cilindros em linha com 367 cv e 500 Nm. Quanto ao segundo, usa um 4.0 l V8 com 489 cv e 700 Nm, com os consumos anunciados a ficarem entre os 9,8 e os 10 l/100 km e as emissões entre as 224 e as 229 g/km.

Já a oferta Diesel divide-se entre o GLS 350 d 4MATIC e o GLS 400 d 4MATIC com o seis cilindros em linha a apresentar 286 cv e 600 Nm na versão menos potente e 330 cv e 700 Nm na versão mais potente. Quanto a consumos e emissões, estes ficam-se entre os 7,6 e os 7,9 l/100 km (em ambas as versões) e as 200 a 208 g/km (201 a 208 g/km no GLS 400 d 4MATIC).

Mercedes-Benz GLS

O GLS pode contar, em opção, com dois bancos individuais na segunda fila.

Segurança em alta
Como seria de esperar, a segurança não foi descurada e a Mercedes-Benz equipou o GLS com uma série de equipamentos de segurança e de ajuda à condução. Assim, o GLS conta de série com sistemas como o Active Distance Assist DISTRONIC (um cruise control adaptativo) e ainda o Active Stop-and-Go Assist.

De série, o GLS conta ainda com a suspensão Airmatic, sendo que como opcional pode ser equipado com a suspensão inteligente E-ACTIVE BODY CONTROL que adapta o amortecimento às condições da via.

Produzido nos Estados Unidos, o GLS tem chegada prevista ao mercado europeu para o final do ano, mas ainda não são conhecidos os preços do novo SUV da Mercedes-Benz. Já para 2020, são esperadas as versões AMG.

João Delfim Tomé 

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