Otamendi marcou o golo do triunfo das águias diante do Estoril-Praia.


Benfica venceu, este domingo, o Estoril-Praia, por 1-0, no Estádio da Luz, num duelo relativo à 29.ª jornada da I Liga, repondo assim a distância de quatro pontos para o FC Porto e de seis para o Sporting de Braga.

As águias dominaram o encontro, como já seria de esperar, mas na primeira parte os nervos estiveram à flor da pele. João Neves, que se estreou a titular, começou por desperdiçar o primeiro golo, logo aos 12 minutos, na sequência de um canto de Chiquinho. Sete minutos volvidos, e na pequena área, Rafa, displicente, atirou torto e ao lado.

Aos 21 minutos, Aursnes pediu penálti, mas Rui Costa nada assinalou, para aos 32’, após recorrer ao VAR, o castigo máximo chegar mesmo à Luz. João Mário, na marca dos 11 metros, não aproveitou e Dani Figueira desviou a redondinha com os pés. Aos 40 minutos, surgiu a primeira grande ocasião da equipa da ‘Linha’ com Cassiano a ficar a centímetros do golo.

O vulcão da Luz acabaria mesmo por entrar em erupção, na sequência de um cruzamento de David Neres e Otamendi, ao segundo poste, a saltar mais alto do que toda a concorrência.

Numa segunda parte, com toada mais morna, a etapa complementar começou com Dani Figueira a pedir assistência médica devido a um problema no joelho esquerdo. Aos 58 minutos, Pedro Álvaro ainda ameaçou e cabeceou por cima da baliza do internacional grego, para, aos 69’, Neres também não fazer melhor. Já, aos 73’, Petar Musa colocou as bancadas da Luz em festa, mas por pouco tempo, fruto do fora de jogo, no início da jogada de Aursnes.

Momento do jogo: A cabeçada triunfal de Otamendi no final da primeira parte e que colocou assim um ponto final a um ciclo de quatro jogos consecutivos das águias sem ganhar.

Dragões cumpriram objetivo e encurtaram ainda mais a distância para o Benfica . Luta pelo título está a ferver.


O FC Porto venceu neste sábado o Santa Clara por 2-1, em jogo da jornada 28 da I Liga. Os dragões confirmaram o que já se previa antes do arranque do jogo e superiorizaram-se em relação aos açorianos, em crise pontual, agora, há oito jogos.

Uribe abriu a contagem à meia hora de jogo. O colombiano converteu uma grande penalidade, conquistada por Toni Martínez contra Ygor Nogueira. Otávio tentou marcar igualmente dos 11 metros, mas falhou.

Na segunda parte, Danny Namaso, entrado para o lugar de Toni Martínez, atirou a contar pela terceira vez no campeonato para dar tranquilidade à equipa. Minutos antes, os dragões foram apertados pelos insulares e o empate esteve à vista. O golo do Santa Clara, o primeiro em quatro jogos, foi marcado por Tagawa ao segundo minuto da compensação, por Tagawa.

Com este resultado, o FC Porto aproxima-se ainda mais do Benfica, agora com quatro pontos de diferença para o líder. O Santa Clara cai para o último lugar da tabela, com 15 pontos, menos dois que o Paços de Ferreira.

Filme do jogo

Que dia, FC Porto. Se alguém duvidava que a I Liga ainda estava em aberto, depois desta tarde de sábado terá mudado de ideias.

O líder Benfica escorregou a subir ao monte Olimpo e os dragões viram a oportunidade ideal para escalar um pouco mais até ao pé dos encarnados. Com sete pontos de diferença à entrada da jornada, a possibilidade de reduzi-la para quatro estava nas mãos do campeão nacional.

No Estádio do Dragão, o apito inicial ainda não se tinha feito soar e as bancadas já faziam a festa. O golo de Abass e o final do jogo em Chaves levou os adeptos à loucura. O título ficou, com esse jogo, menos longe para o FC Porto, não sendo permitido qualquer desleixo da equipa de Sérgio Conceição.

A primeira parte foi pintada de azul e branco, com alguns rabiscos de vermelho. O FC Porto foi dono da bola durante grande parte dos 45 minutos iniciais. Toni Martínez tentou fazer de Taremi e fê-lo quase a papel químico, tirando o facto de não ter apontado qualquer golo.

Na frente, ao lado de Pepê, o espanhol tirou a defesa açoriana do sério, provocando o primeiro penálti assinalado no Dragão. Num lance individual com Ygor Nogeira, Toni Martínez foi agarrado e caiu na grande área. Cláudio Pereira não teve qualquer dúvida, apontando logo para a marca do castigo máximo. Uribe encarregou-se da conversão e atirou a contar.

O mesmo não se pode dizer de Otávio. O internacional luso fez um dos oito remates do FC Porto na primeira parte, mas não foi o terceiro a acertar na baliza de Gabriel Barbosa. O perfecionismo falou mais alto e acabou por distrair, fazendo o médio atirar ao lado. O Dragão não se preocupou muito com o falhanço de Otávio, a quem foi entregue um forte aplauso de conforto para uma noite que se queria de alegria, não de tristeza.

Se a primeira parte teve rabiscos de vermelho, a segunda levou com um balde de tinta. A equipa da casa baixou o ritmo e procurou gerir a vantagem, decisão arriscada frente a uma equipa que já tinha deixado avisos antes do intervalo. Accioly colocou a equipa mais ofensiva, mais atrevida e provocou melhores impressões que aquelas provocadas na viagem a Alvalade, por exemplo.

O Santa Clara esteve muito ativo no ataque e os cânticos de festejo dos adeptos passaram rapidamente a assobios de contestação, pedidos claro para um despertar da equipa que tardou a acontecer. Até mesmo Sérgio Conceição teve de gritar para o campo a pedir atitude, o que originou um momento insólito: o quarto árbitro foi pedir calma ao treinador, pensando que estava a contestar uma decisão do árbitro.

Danny Namaso foi o remédio para tanto nervosismo. O inglês entrou como esperança de Conceição, que não teve Taremi no lote de disponíveis. O jovem avançado andou em busca da sorte, conseguindo-a ao minuto 80. Sorte maior foi a do FC Porto, que deixou de estar aflito nessa altura.

O susto só passou quando Cláudio Pereira apitou para o final do encontro. Tagawa apanhou espaço livre e bateu Diogo Costa, mas já era tarde demais para qualquer tentativa de empate. Três pontos somados significam que o FC Porto está cada vez mais perto do Benfica, apanhado na curva nesta jornada. A seis jornadas do fim da I Liga, a luta pelo título nacional está a ferver.

Momento do jogo: O golo de Namaso. Depois das críticas das bancadas e da raiva de Sérgio Conceição, valeu o golo do inglês para dar tranquilidade ao FC Porto.

As declarações do técnico do Benfica depois da derrota em Chaves.


Análise: Não marcamos, é muito simples. Tivemos vários jogadores atrás da bola, passámos por isto várias vezes e encontrámos soluções. Tivemos oportunidades, não conseguimos marcar. no futebol, quando não aproveitas as oportunidades, o adversário acredita nele. Eles aproveitaram uma e marcaram, ganharam.

Sentimento: Estamos muito desapontados. A equipa dedicou-se muito hoje. Não estávamos satisfeito com o empate, pior quando sofremos no final.

João Mário e Gonçalo Ramos substituídos: Estavam cansados. Ficaram muito tempo em campo. marcaram muito, mas precisávamos de frescura. Quando estamos mais frescos, a probabilidade de marcar é maior.

Risco de perder controlo? Claro. Quando perdes, há muito barulho à volta da equipa. Temos de continuar juntos. Estas experiências podem permitir que cresçamos. Temos grande mentalidade, mostraram uma grande atitude.

Adeptos chateados: Não estamos satisfeitos, eles podem fazer o que quiserem. Acho que temos jogado grande futebol. Sei que eles também estão chateados, queremos que fiquem felizes na próxima semana.

Avançado nem teve de jogar a segunda parte. Citizens estão a três pontos do topo da Premier League.


OManchester City venceu neste sábado o Leicester por 3-1, em jogo da jornada 31 da Premier League. A estreia de Dean Smith nos foxes foi estragada pelos citizens, que não perdoaram desde o primeiro minuto.

Logo ao minuto cinco, John Stones fez o primeiro do jogo, um grande remate que se revelou indefensável para Iversen. O inglês está num momento tremendo, apontando o segundo golo da época. Quem continua em grande, mas não deverá ser novidade para ninguém, é Erling Haaland.

O norueguês foi o autor dos outros dois golos do Man. City. O primeiro foi de grande penalidade, ao minuto 13, depois de mão de Ndidi. Já o segundo surgiu ao minuto 25, quando De Bruyne lançou o avançado na 'cavalgada' para o golo.

Para surpresa de alguns, Guardiola tirou Haaland ao intervalo, lançando o jovem Julian Álvarez. Assim sendo, Haaland ficou-se pelos 47 golos em 40 jogos. De notar que o avançado de 22 anos leva 12 golos nos últimos cinco jogos, estando a dois golos na Premier League para bater a marca de Alan Shearer. A caminho dos últimos 10 minutos, Iheanacho reduziu a contagem contra a antiga equipa, insuficiente para tirar os três pontos aos citizens. Maddison também tentou, após falha terrível de Rúben Dias, mas valeu a excentricidade de Ederson para evitar outro golo.

Com este resultado, o Manchester City chega aos 70 pontos, mais 24 que o Newcastle. A luta pelo título inglês anima-se, agora com Guardiola e Arteta separados por três pontos, ainda que à condição. Já o Leicester segue na zona de descida, com 25 pontos, mais dois que o Southampton, no fundo da tabela. A despromoção ainda assombra os foxes.

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